A arte de Gaia e o corpo obsoleto: uma leitura de Crimes do futuro
Resumo
A resenha propõe uma leitura de Crimes do Futuro (David Cronenberg, 2022), tomando o corpo como campo de disputa política e sensível. Ao acompanhar a trajetória de Saul Tenser e a emergência de novas formas de arte orgânica, o texto discute o embate entre a obsolescência do corpo humano diante de projetos normativos de futuro e as imaginações corporais que emergem de paradigmas ecológicos, articulando corpo, natureza, técnica e imaginação política.
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