A rápida preservação do futuro – OU – Uma preservação urgente do que resta
Resumo
Os imaginários ultrapassam (e em muito) a condição de ornamento cultural. Constituem infraestruturas simbólicas por meio das quais o campo do possível se organiza, dispositivos que moldam expectativas, delimitam alternativas e naturalizam hierarquias. Quando o chamado “realismo capitalista”, tal como formulado por Mark Fisher, operou como regime hegemônico nas últimas décadas, isso se deveu à sua eficácia em persuadir quase todos de que não haveria alternativa viável (ecoando, nesse ponto, Margaret Thatcher) ao modelo vigente. O que está em jogo, portanto, excede o domínio estritamente econômico e alcança o cerne da imaginação política.
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