Temporalidades, corpos e afetos nas configurações narrativas de "Garotas Mortas"
DOI:
https://doi.org/10.1590/Palavras-chave:
Temporalidades, Corporalidades, Afetos, Ética, NarrativaResumo
Buscamos, com este trabalho, nos colocar em diálogo, em uma escritura que se pauta pelo circuito dos afetos (Safatle, 2016) e pesquisa qualitativa em dimensão afetiva (Moriceau; Soparnot, 2019), com o livro Garotas Mortas, da escritora argentina Selva Almada. Nossa proposta é acionar noções de temporalidades, corpos e afetos, por meio de autores que refletem sobre o cotidiano e eventos ordinários (Das, 2020; Lingis, 2018; Stewart, 2007), as narrativas (Autor, 2020; Ricoeur, 1994;) e os desafios de contraposição à romantização do jornalismo (Carvalho, 2019). Trazemos para a discussão, três pesquisadoras sobre violência de gênero: Caldeira (2017), Prates (2022) e Santos (2022). As narrativas poéticas, mas não romantizadas de Selva, conduzem a discussão ao longo de todo o texto.
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