Reflexões sobre a adaptação como fenômeno ubíquo: o filme V de Vingança

Autores

  • Denise Azevedo Duarte Guimarães

DOI:

https://doi.org/10.1590/rbcc.v34i1.644

Palavras-chave:

Cinema. Graphic Novel. Intersemiose. Teorias da Adaptação.

Resumo

Este artigo analisa o filme V for Vendetta (2006), dirigido por James Mc Teigue – uma adaptação da graphic novel de Alan Moore e David Lloyde (1988-89). O objetivo é enfatizar a dinâmica do processo tradutório e também problematizar conflitos e/ou soluções criativas nas negociações entre os dois suportes. Esta análise usa o método comparativo baseado na semiótica de Charles Sanders Peirce e em outros teóricos da adaptação, como Robert Stam, Linda Hutcheon, Umberto Eco e Júlio Plaza. São utilizadas ainda teorias sobre quadrinhos e cinema, tentando mostrar como as imagens impressas são dispostas na tela. Conclui-se que a obra analisada conseguiu integrar as exigências intersemióticas concernentes a uma adaptação fílmica bem sucedida.

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Publicado

17-06-2011

Como Citar

GUIMARÃES, D. A. D. Reflexões sobre a adaptação como fenômeno ubíquo: o filme V de Vingança. Intercom: Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, São Paulo, v. 34, n. 1, 2011. DOI: 10.1590/rbcc.v34i1.644. Disponível em: https://revistas.intercom.org.br/index.php/revistaintercom/article/view/644. Acesso em: 26 set. 2022.

Edição

Seção

Artigos