Fragmentos da memória de um professor de Jornalismo: perplexidades evidentes no tardio itinerário do anistiado político
DOI:
https://doi.org/10.1590/rbcc.v38i2.2292Palavras-chave:
Memória. Ditadura. Jornalismo. Magistério. Campo comunicacional.Resumo
Professor de Jornalismo na Universidade de São Paulo, José Marques de Melo foi acusado de praticar magistério “subversivo”, durante a ditadura militar. Uma aula ministrada em 1968, sobre a técnica do lead, constituiu a peça chave do inquérito que invocou o Decreto-Lei 477, resultando em uma “cassação branca”, muito embora tivesse sido inocentado por ato publicado no Diário Oficial, em 1972, fato que o motivou a requerer a anistia política a que tinha direito. Tramitando durante um quarto de século, o processo culminou com sentença favorável, em julho de 2015, motivando atitudes de perplexidade. Este texto, um misto de ensaio memorialístico e depoimentos – respaldados em pesquisa bibliográfica –, apresenta questões contextuais sobre o episódio, dando destaque, ainda, a manifestações feitas no Brasil e no exterior, a esse respeito, as quais associam os fatos a questões mais amplas relacionadas ao meio acadêmico e ao próprio campo comunicacional.Downloads
Publicado
26-10-2015
Edição
Seção
Memória
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Como Citar
Fragmentos da memória de um professor de Jornalismo: perplexidades evidentes no tardio itinerário do anistiado político. Intercom - Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, São Paulo, v. 38, n. 2, 2015. DOI: 10.1590/rbcc.v38i2.2292. Disponível em: https://revistas.intercom.org.br/index.php/revistaintercom/article/view/2292. Acesso em: 11 jul. 2026.